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sábado, 9 de novembro de 2013

Diário de um Aprendiz de Aventureiro

Aztag 7, Altossol, 1400 CE.
No dia seguinte ao aniversário eu acordei bem tarde e perdi a escola. Aztag, primeiro dia da semana, primeiro dia de trabalho, depois do dia do descanso Valag. Eram sempre os piores dias. Voltar ao trabalho, mesmo à escola, era torturante, logo depois do dia do descanso.
Meu pai voltou à sua rotina de vascular as planícies próximas. Esse era um trabalho que ele não esperava remuneração, pois não precisava. Nós éramos ricos. Ele fazia de bom grado, dava uma ajuda à cidade como um bom herói faria. Minha mãe era mais reclusa e se embrenhava a estudar mais em sua biblioteca particular. Às vezes ela visitava a Academia Arcana em Valkaria, para a qual tinha acesso direto por ter sido uma estudante de lá no passado.
Minha irmã ia à escola comigo, mas naquele dia, também acordou tarde e não foi. Estávamos sozinhos em casa e havia um bilhete escrito num pergaminho velho. Pela letra e pelo idioma dracônico, dava pra adivinhar que foi minha mãe a autora.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Diário de um Aprendiz de Aventureiro

Introdução

Ser um aventureiro em Arton é seguir uma profissão arriscada. No mundo existem padeiros, artesãos, camponeses, vidreiros e outros. Eles são importantes na manutenção da nossa sociedade, dão coesão interna. A classe dos aventureiros, se assim pode ser chamada, é mais uma dessas profissões. Entretanto, o que os diferencia das demais classes mundanas são as capacidades acima da média, seja física, intelectual, ou conhecimento em alguma área obscura como magia.